Tuesday, July 27, 2010

The wikileaks

WikiLeaks
... could become as important a journalistic tool
as the Freedom of Information Act.
— Time Magazine

Criado em dezembro de 2006, o portal conseguiu tornar-se um incômodo alto-falante para governos, autoridades e empresas multinacionais. Agora, volta a ser referencial jornalístico por revelar informações ocultas sobre a guerra contra o Talibã no Afeganistão e no Paquistão.

Wikileaks não tem escritório e seu rosto público é louro, australiano, PhD em Física e carrega seu computador numa mochila enquanto muda de um lugar para outro. Criador do site, o ex-hacker Julian Assange, de 39 anos, não tem endereço fixo: passa da casa de um amigo a outro e, de vez em quando, desaparece por meses. Perfis publicados na imprensa australiana mostram que o espírito nômade vem da infância - teria passado por 36 escolas diferentes.

Assange diz ter milhares de documentos - que podem ser levados à internet num futuro próximo. Segundo ele, há evidências de crimes de guerra nos cerca de 90 mil documentos divulgados na rede. Dizendo-se excitado por cutucar os poderosos, ele defende transparência.


O site, no mesmo modo de participação da Wikipédia, oferece a qualquer usuário a chance de postar, anonimamente, através de uma conexão cifrada, textos, áudios ou vídeos confidenciais, cuja autenticidade o site se encarrega de verificar. A equipe é pequena. Há cinco voluntários em tempo integral e entre 800 e mil colaboradores - entre técnicos de informática, advogados e jornalistas.

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